ver com o envio da SMS da EMEL”, afirmou Jorge Dias, responsável de comunicação da entidade ao Observador. Este sábado e domingo vários portugueses receberam a mensagem da empresa municipal de mobilidade e estacionamento sobre que medidas de prevenção deviam tomar em relação ao furacão Leslie, mesmo sem terem carro ou não estando em Lisboa. Houve até quem recebesse a mensagem ao início da manhã de domingo, o que gerou algumas dúvidas porque se dizia que não se devia sair de casa depois das 18h — (18 horas de sábado ou de domingo)? — “a culpa é das operadoras” disse a empresa à SIC. Sobre como é que teve acesso aos contactos telefónicos, a EMEL não adiantou informações.
A mensagem da EMEL refere um “aviso da Proteção Civil” relativamente ao furacão Leslie, que entre as 18h00 deste sábado e as 3h00 deste domingo afetou Portugal continental. A Proteção Civil já enviou este tipo de comunicação, mas apenas em relação a incêndios rurais, porque foi assim que este serviço de informação aos cidadãos foi pensado e desenhado, explicou a entidade. Para o envio de um SMS pela Proteção Civil esta entidade pediu um parecer à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), mas obteve resposta positiva “apenas para fins de incêndios rurais”.
Esta tarde, fonte da Câmara Municipal de Lisboa avançou à Rádio Renascença que a mensagem foi enviada antes das 18h00 de domingo e que a decisão de ser enviada pela EMEL partiu da Proteção Civil de Lisboa. O comandante nacional da entidade, Duarte da Costa, negou qualquer envolvimento.
Nas redes sociais várias pessoas questionaram porque é que receberam esta mensagem. No Reddit, um utilizador ilustra a dúvida de muitos outros portugueses que receberam esta mensagem: “Nem sequer sei como é que a EMEL tem o meu número de telefone”. Várias pessoas afirmaram que nunca instalaram a aplicação para telemóveis da EMEL, não têm carro e nem vivem em Lisboa.
Enquanto alguns utilizadores se queixam e mostraram surpresa quanto a esta mensagem da empresa municipal responsável pelos parquímetros da capital, também há quem elogie a medida e há alguém que diz que a EMEL enviou a também uma mensagem semelhante sobre os incêndios de Monchique, no Algarve.
Este utilizador brincar por não ter recebido o SMS.
Várias pessoas questionam o atraso no envio do SMS que, este domingo, dizia para se ficar em casa a partir das 18h00.
A mensagem da EMEL refere um “aviso da Proteção Civil” relativamente ao furacão Leslie, que entre as 18h00 deste sábado e as 3h00 deste domingo afetou Portugal continental. A Proteção Civil já enviou este tipo de comunicação, mas apenas em relação a incêndios rurais, porque foi assim que este serviço de informação aos cidadãos foi pensado e desenhado, explicou a entidade. Para o envio de um SMS pela Proteção Civil esta entidade pediu um parecer à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), mas obteve resposta positiva “apenas para fins de incêndios rurais”.
Esta tarde, fonte da Câmara Municipal de Lisboa avançou à Rádio Renascença que a mensagem foi enviada antes das 18h00 de domingo e que a decisão de ser enviada pela EMEL partiu da Proteção Civil de Lisboa. O comandante nacional da entidade, Duarte da Costa, negou qualquer envolvimento.
Nas redes sociais várias pessoas questionaram porque é que receberam esta mensagem. No Reddit, um utilizador ilustra a dúvida de muitos outros portugueses que receberam esta mensagem: “Nem sequer sei como é que a EMEL tem o meu número de telefone”. Várias pessoas afirmaram que nunca instalaram a aplicação para telemóveis da EMEL, não têm carro e nem vivem em Lisboa.
Enquanto alguns utilizadores se queixam e mostraram surpresa quanto a esta mensagem da empresa municipal responsável pelos parquímetros da capital, também há quem elogie a medida e há alguém que diz que a EMEL enviou a também uma mensagem semelhante sobre os incêndios de Monchique, no Algarve.
- O Observador enviou um e-mail na noite deste domingo à CNPD a perguntar se recebeu, ou não, um pedido da EMEL para este envio de SMS massivo e se a entidade considera obrigatório o parecer para o caso. Ainda não obteve resposta.
- O Observador tentou, também, entrar em contacto com a EMEL pelo número para imprensa no website oficial, que reencaminha para o número geral. O contacto para o número geral não foi possível porque a EMEL ao domingo não tem esse serviço disponível.