Aliesky Aguilera foi condenado no início do ano passado a seis anos de prisão por cinco crimes de violação a mulheres nas Urgências do hospital do Divino Espírito Santo, em São Miguel nos Açores. No entanto, a pena aplicada no Tribunal de Ponta Delgada trazia uma benesse para o médico cubano de 37 anos: a juíza não aplicou a proibição do exercício da profissão, alegando que teria de ser a Ordem dos Médicos a fazê-lo "caso assim o entenda".
O clínico não foi suspenso e continua inscrito na Ordem, estando a exercer medicina no Continente.