Segundo os advogados Martins Leitão e José Carlos Cardoso, os arguidos ficam sujeitos às medidas de coação de apresentações mensais às autoridades, e de proibição de contactar entre si e com outros elementos ligados aos Hells Angels.

Ficam ainda proibidos de contactar com os ofendidos, de participarem em concentrações 'motards', de marcarem presença em espaços habitualmente frequentados por motociclistas e, igualmente, impedidos de se ausentarem do país.

Outra fonte judicial explicou à Lusa que o Ministério Público não promoveu a aplicação da medida de coação de prisão preventiva a nenhum destes 17 arguidos, que começaram a ser presentes à juíza de instrução criminal Maria Antónia Andrade na quarta-feira.