Na página da associação de defesa do consumidor, os atrasos por falta de barcos, pouca higiene nas embarcações e falta de assistência da gerência perante problemas são algumas das queixas mais comuns.
As denúncias de falta de segurança e de qualidade dos serviços dos passageiros dos barcos da Soflusa, levaram a Deco a alertar os utilizadores de que existem regras mínimas de informação, assistência e indemnização. Na página da associação de defesa do consumidor, os atrasos por falta de barcos, pouca higiene nas embarcações e falta de assistência da gerência perante problemas são algumas das queixas mais comuns.
“O descontentamento faz-se sentir, sobretudo, nos utilizadores do transporte com a travessia Barreiro/Lisboa, mas também surgem com frequência relatos de insatisfação nos percursos de Cacilhas e Montijo/Lisboa”, explicou a Deco. “Para muitos passageiros, esta é a única forma que têm de se deslocarem para a capital, o que deve ser feito respeitando os padrões de qualidade e de segurança”.
Estes são os direitos dos consumidores no caso de uma deficiente prestação de serviços:
- Atrasos e cancelamentos devem ser comunicados
- Refeições em atrasos de mais de 1h30
- Passageiro reencaminhado ou reembolsado
Se a empresa prever que o serviço de transporte será cancelado ou que a partida terá um atraso superior a 90 minutos, deverá dar aos passageiros a possibilidade de serem reencaminhados para o destino final na primeira oportunidade, em condições equivalentes e sem agravamento de custos. Em alternativa, deverá dar a possibilidade de serem reembolsados na totalidade do preço do bilhete e, se for caso disso, terem a viagem gratuita de regresso ao ponto de partida indicado no contrato de transporte.
- Direito a indemnização e transporte
- Passageiros com passe também têm direito
- Prazo de dois meses para reclamar